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Título em portuguêsA CAMINHO DO SUPLÍCIO OU UM BILHÃO POR UM CORAÇÃO
PaísESTADOS UNIDOS
ProdutorVitagraph
Primeiro lançamento
CinemaAno de exibiçãoExibidor/Distribuidor
Parisiense, RJ1915J. R. Staffa
Segundo lançamento
CinemaAno de exibiçãoExibidor/Distribuidor
Teatro Brasil, SP1915J. R. Staffa
GêneroDrama
CategoriaLM - F
ResumoA sra. Sidney vivia dando festas. Seu marido, cuja situação financeira já não era tão esplendorosa, tentava conter os gastos. Sua filha Inês acompanhava a opinião do pai. Foi dada mais uma festa. O pai ficava no seu gabinete entristecido e Inês só compareceu porque estaria presente o médico Loreno Brano. Naquela noite, o pai teve um ataque apoplético fulminante. A mãe procurou entre a documentação do marido algo que a tirasse da situação financeira grave. Depois do enterro, o médico ficou um ano fora. Na volta, caso ainda se amassem, a mãe daria o consentimento para o casamento. O médico escrevia para Inês, mas a mãe interceptava as cartas, asim como as que a filha mandava. Com o resto da fortuna que tinham, mãe e filha foram para Londres em viagem. Um milionário australiano, Jefferey Marsh, começou a cortejar a moça. Mme. Sidney manobrou os sentimentos de Inês para que ela aceitasse o casamento. Por fim, ela ditou as regras: seria esposa, mas não o amava. Uma pensão seria dada à mãe. Depois do casamento, partiram em viagem no iate de Marsh. A paciência do marido começou a se esgotar. Ele queria mais. Uma cerração atrapalhou a marcha do navio. Os passageiros brincavam de vender prendas, e Inês leiloou o seu coração. Marsh deu um lance de um bilhão de esterlinas. Nesse momento um outro barco abalroou o iate. Marsh foi atingido. Inês tentou salvá-lo mas nada havia a fazer. Um marinheiro salvou-a num bote. Os jornais, no dia seguinte, noticiavam que Marsh e a sra. Sidney estavam desaparecidos. Loreno Brano soube do fato. Inês estava salva em Nova York vítima de uma forte crise nervosa. Henrique Wright, amigo de Jeffrey, procurou ajuda médica para os ataques de histeria da viúva. Desse modo, foi procurar o dr. Loreno Brano, que se recusou a atendê-lo ao saber da doente. Enquanto isso, ela revirou os papeis de sua mãe, descobrindo o maço de cartas interceptadas. Loreno veio ver a paciente. Foi com dor que ela lhe apresentou o maço de cartas. Casam-se. Passam-se cinco anos. Uma criancinha nascera daquele amor. Um dia apareceu no consultório um desmemoriado com o estranho nome de J. do Mar. Inês reconheceu Marsh. Ele não se deu conta da ex-esposa. Atingido por uma parte da escada, fora salvo por pescadores e praticamente tivera que aprender a viver novamente. Voltara a ganhar dinheiro por acaso. Loreno ia operar o desmemoriado. Inês ficou desesperada. Já se despedia de sua filhinha a caminho do suicídio quando Loreno entrou e disse que a volta da memória produzira um ataque no paciente. Ele morrera. Inês chorou pela desgraça que fora sua vida.
resumo: 11.3.1915
Fonte
JCBPesquisa sobre a exibição em São Paulo entre 1900 e 1935 no jornal O Estado de S. Paulo
/
OESPO Estado de S. Paulo jornal da cidade de São Paulo pesquisado em 01/1907 e 12/1916 e números esparsos depois desta data
/
CMCorreio da Manhã, jornal da cidade do Rio de Janeiro, números esparsos de 1910
Observação11.3.1915; 1.4.1915; 5 ou 7 atos e 945 quadros.



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Filmes estrangeiros exibidos no Brasil: 1896-1934

   
   
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